O que mais vemos, hoje, são jornalistas (ou pseudo) comentando sobre tudo (de queijo coalho a atracação de navio). Sucedem-se os vexames (e nem haveria de ser diferente).
Agora mesmo vimos jornalistas, em uma TV gaúcha, afirmarem (e as caras nem arderam) que um dos motivos contribuintes para a queda de uma aeronave, no Rio Grande do Sul, foi o fato de o piloto haver decolado contra o vento.
Santos Dumont, socorrei-nos!
Aeronaves decolam e pousam contra o vento (operações com vento a favor só ocorrem em condições excepcionalíssimas e, ainda assim, há limites rigorosos).
Isso ocorre por razões aerodinâmicas e de segurança. Quando o avião decola contra o vento, cresce a velocidade do ar sobre a asa, gerando sustentação; o avião precisa de menor velocidade no solo para decolar e a decolagem ocorre em menor distância. Portanto, toda a operação fica mais segura.
Pousar contra o vento também é mais seguro, porque reduz a velocidade em relação ao solo, facilita o controle do avião, diminui a distância de frenagem e há menos risco de ultrapassagem da pista.
Santos Dumont, a esta altura, deve estar pedindo cancelamento de sua nacionalidade.
♦
Atolados em juros
As despesas financeiras estão consumindo até 80,5% da renda das famílias brasileiras, segundo levantamento feito pela Serasa Experian.
A situação se agrava nas regiões com menor renda.
-- Saiba mais
♦
Carestia
A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), referência oficial da inflação no país, passou de 4,31% para 4,36% este ano.
-- Saiba mais
