Economia / Política

Indústria defende união nacional e afirma estar disposta a contribuir

O setor quer apresentar propostas e soluções para os desafios do país

Foto: Iano Andrade | CNI
Ricardo Alban: "Precisamos convergir para um único Brasil, uma única sociedade"
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O presidente da CNI, Ricardo Alban, defendeu a união nacional após as eleições de domingo (25) e pediu a superação das divisões políticas. O dirigente reafirmou a disposição da indústria de contribuir para o desenvolvimento econômico e social, destacando as propostas do Brasil 2050, apresentadas aos candidatos durante a campanha eleitoral.

O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban, defendeu a superação das divisões políticas e a construção de uma agenda nacional voltada ao desenvolvimento econômico e social.

Em vídeo divulgado após as eleições de domingo (25 de outubro), o dirigente pediu a união da sociedade e reafirmou a disposição do setor industrial de contribuir com propostas e soluções para os desafios do país.

“Precisamos convergir para um único Brasil, uma única sociedade. E, para isso, o primeiro passo é definitivamente excluirmos do nosso vocabulário ‘nós e eles’. Temos que ser uma única nação”, afirmou Alban.

Segundo o presidente da CNI, a construção de um projeto comum para o Brasil exige a participação da sociedade civil, dos poderes constituídos, dos trabalhadores e dos empregadores. Para ele, a cooperação entre esses setores é necessária para fortalecer a democracia e ampliar as oportunidades para as próximas gerações.

Nesse contexto, Alban destacou o Brasil 2050, iniciativa apresentada pelo Sistema Indústria aos candidatos durante o período pré-eleitoral. O documento reúne propostas de projetos estruturantes destinados a promover o crescimento econômico sustentável e o desenvolvimento social.

O dirigente defendeu que o país avance da formulação de propostas para a obtenção de resultados concretos, capazes de oferecer melhores perspectivas à população, especialmente aos jovens.

“O Brasil precisa e merece ter um futuro. Nós já estamos cansados e podemos dizer: chega de conjugar que o Brasil é o país do futuro. Nós precisamos ser o futuro já”, declarou.

Ao encerrar a mensagem, Alban reiterou a disposição da indústria de participar do diálogo nacional e colaborar na elaboração de soluções para o desenvolvimento brasileiro.

“Estamos à disposição, totalmente disponíveis e interessados em contribuir de forma assertiva para que possamos construir esses caminhos para o futuro que o Brasil merece”, afirmou.