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Ivete Sangalo celebra chegada de 2018 na Arena Daniela Mercury

A cantora baiana abriu a apresentação poucos minutos antes da passagem de ano

Em uma saia branca e Cropped prata brilhante, ela desejou a todos um ano de muito respeito
Em uma saia branca e Cropped prata brilhante, ela desejou a todos um ano de muito respeito

Foi sua última apresentação antes de se dedicar integralmente à gravidez e ao cuidado das gêmeas. 

Ivete Sangalo comandou a contagem regressiva para o início de 2018, na Arena Daniela Mercury.

Em uma saia branca e Cropped prata brilhante, ela desejou a todos um ano de muito respeito, música, alegria, felicidade, saúde e uma vida de paz e de felicidade. "O homem é quem tem o poder de transformar. Se somos nós os homens, então vamos mudar hoje", disse.

A cantora baiana abriu a apresentação poucos minutos antes da passagem de ano, com as músicas "Cheguei pra te amar" e "O farol".

Nos minutos iniciais do ano, Ivete tocou novamente o barco com as músicas "Arerê" e "Tô na rua". Mesmo sentada, por causa do peso da barriga, Veveta comandou a multidão.

A queima de fogos, no entanto, frustrou quem estava na Arena. Localizada atrás do palco principal, não foi vista por quem se encontrava próximo à estrutura e gerou reclamações. Jornalistas cobraram da Prefeitura, em grupo no WhatsApp.

Muita gente preferiu ficar entre o Jardim dos Namorados e o Jardim de Alah, para esperar a queima. Mas a grande distância para o ponto onde os fogos estavam diminuiu o brilho do espetáculo, que foi visto melhor por quem se encontrava próximo ao antigo clube do Bahia.

A Saltur promoveu a queima de fogos em outros 16 pontos da cidade, que contaram com seis toneladas de explosivos. Foram contemplados os bairros da Barra, Rio Vermelho, Amaralina, Jardim de Alah, Patamares, Itapuã, Boa Viagem, Ribeira e Paripe, além de Cajazeira 10, Santo Antônio Além do Carmo e Periperi. A atração também ocorreu nas ilhas de Paramana, Bom Jesus dos Passos, de Maré e de Santana.

Fotos: Valter Pontes

Jorge e Mateus

O romantismo de Jorge e Mateus arrancou gritos e lágrimas do público feminino do Festival Virada Salvador essa noite. Choveram cartazes para a dupla sertaneja, que recentemente registrou seu mais novo trabalho, "Terra sem CEP", oitavo DVD de carreira. Apesar do novo trabalho, foram as canções mais antigas as mais tocadas, entre elas "Vou voando", "Se o amor tiver lugar" e "O que é que tem".

Um dos momentos marcantes foi a apresentação da música "Eu sosseguei", lançada em 2016. Vários casais da festa aproveitaram a balada romântica para dançar agarradinhos. Dentre eles, um em especial: Diana Pontes, de 18 anos, e Letícia Nascimento, 21, que estão comemorando dois anos e quatro meses de relacionamento e se conheceram ouvindo a música "Pra sempre com você". "Eu amo muito eles dois", disse Letícia, chorando.

Em atenção aos chamados das fãs, Jorge leu cada cartaz suspenso e interagiu com o público observando, inclusive, as cores de roupa mais presentes na festa. "Tem muita gente de branco, mas tem de vermelho também. É para atrair paixão?", brincou, e acrescentou um elogio ao público: "Que galera linda". A dupla também presenteou a plateia com várias toalhinhas, algumas delas utilizadas para enxugar o suor durante a apresentação.

Bell Marques

4 anos após anunciar saída do Chiclete com Banana, Bell Marques diz que não tem do que reclamar. Pouco antes de subir ao palco da Arena Daniela Mercury, no quarto do dia do Festival Virada Salvador, neste domingo (31), o cantor disse esperar para o próximo o ano as mesmas conquistas alcançadas em 2017.

"Este ano que acaba foi um marco de separação, onde as pessoas começaram a entender que minha carreira solo havia deslanchado. No começo, as pessoas tinham muitas dúvidas sobre isso, até porque os históricos de vários artistas, que saíram de outras bandas, não conseguiram ter sucesso", comemorou.


Bell Marques: "Este ano que acaba foi um marco de separação"

Antes de embalar o público com clássicos da carreira, Bell ainda explicou que sua consolidação artística, fora do Chiclete, grupo onde permaneceu por mais de 30 anos, foi fruto de planejamento:  "Montamos uma estratégia bem bacana. Consigo manter a minha carreira do jeito que eu sempre planejei. E 2018 agora é a firmação dela, tem que ser parecido com este ano" disse.

Amanda Santiago

Amanda Santiago e seus músicos subiram ao palco caracterizados com arranjos florais. Vestida de vermelho, em referência à Iansã, um dos orixás que irão reger 2018, ela cantou canções próprias e sucessos de grupos como a Timbalada, que abriu as portas para o início da carreira da cantorai.

Ao canta "Feliz de Verdade", integrantes dos blocos afro Malê Debalê, Filhos de Gandhy, Muzenza, Cortejo Afro e Ilê Aiyê subiram ao palco e mostraram o gingado da cultura afro-brasileira. "Que felicidade em estar aqui. Tem que dar o melhor, porque tudo que for feito hoje será o último do ano", disse para o público.


Vestida de vermelho, em referência à Iansã, um dos orixás que irão reger 2018

Filha de músico, ex-integrante da Timbalada e afilhada de Carlinhos Brown, Amanda Santiago fez sucesso na carreira solo, em 2016, com a Batucada Brasilady, que traz um pouco do ritmo dos Novos Baianos, Secos e Molhados, Tribalista, aliado à percussão que é marca do seu estilo musical.

Amanda traz hoje uma mistura de canções de sucesso com batidas agitadas, como "Alegria, Alegria", de Caetano Veloso, O "Canto da Cidade", de Daniela Mercury, "Água Mineral" e "Toque de Timbaleiro", ambas da Timbalada.