A informação sobre as mortes veio do governo de Cuba e foi confirmada pelo Ministério das Relações Exteriores venezuelano, que agradeceu pelo que chamou de "serviços de proteção e defesa institucional".
Segundo comunicado oficial divulgado em Havana, os cubanos morreram em combate direto com as forças atacantes ou em decorrência dos bombardeios às instalações. A identidade de todas as vítimas foi confirmada, e seus familiares informados pelas autoridades.
O ditador cubano Miguel Díaz-Canel e as chefias das instituições às quais pertenciam os combatentes expressaram suas condolências às famílias. O governo cubano classificou o ataque como “um novo ato criminoso de agressão e terrorismo de Estado”.
Díaz-Canel decretou luto nacional das 6h da manhã desta segunda-feira (5 de janeiro), até a meia-noite de terça-feira (6). Durante esse período, a bandeira nacional ficará hasteada a meio mastro em todas as instalações militares e prédios públicos do país.
Segundo o New York Times, citando informações de um alto funcionário, sob anonimato, 80 pessoas morreram na Venezuela devido aos ataques norte-americanos.
