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Mulher pede que homem apague cigarro em posto e é agredida

Agressor pegou pau e pneu para jogar na mulher

As redes sociais têm sido espaço para denúncias, inclusive, de agressões e ameaças contra as mulheres. Desta vez, um vídeo publicado no Facebook mostrou o flagra feito por uma cliente em um posto de gasolina na Avenida Bernardo Vieira de Melo, em Piedade, Jaboatão dos Guararapes, e mostra um homem transtornado ameaçando agredi-la com pau e pneu.

A publicação feita pela vítima Flavia Chagas explica como foi o ocorrido e o motivo pelo qual ele a ameaçou: ela havia pedido que ele apagasse o cigarro pelo risco de contato com produto inflamável no posto de combustível. 

“Esse maloqueiro apareceu completamente transtornado acelerando para que eu tirasse meu carro para ele abastecer o dele. Eu simplesmente pedi para que ele apagasse o cigarro que ele havia acendido, pois estávamos eu, ele, minha filha e meu carro e mais um monte de gente ali, lembrando que o ambiente é altamente inflamável”, detalhou.

 Flavia contou que ele já chegou transtornado e, após seu pedido, iniciou agressões verbais com palavrões e xingamentos até que a ameaçou. Segundo ela, ele se pronunciava “avisando que se eu não tirasse o carro da frente dele ele iria fazer uma besteira. Eu mandei ele me respeitar a avisei que não tiraria, pois eu ainda estava acabando meu atendimento. Depois de muitas ameaças eu resolvi filmar”, explicou.  

A vítima informou que o homem se disse filho de juíza e lutador de boxe. Em outra publicação, ela informa ter chegado à identidade do agressor através de informações repassadas pelas redes sociais e aponta que ele mentiu sobre a posição da mãe. As informações chegaram a Phililpe Lannarella, praticante de artes marciais. 

Flavia também aponta ter tomado conhecimento que esta não é a primeira confusão da qual o homem está envolvido. Diante disso, ela informou sobre a tomada de providências e apontou que na quinta-feira (12) irá procurar a Delegacia da Mulher.

“O fato de eu ser mulher, estar sozinha com uma criança, não me tira o direito de falar e me defender em qualquer local que seja. Eu não posso apanhar por exigir meus direitos eu não posso apanhar por preservar pela minha segurança. Eu não posso ser chamada de p* na frente da minha filha pelo simples fato de um homem se julgar mais forte”, desabafa.